Preços praticados no Brasil, custo por funcionário, quando a planilha deixa de servir e o que avaliar antes de contratar um sistema de ponto.
Em outubro de 2026, o PontoSimples, sistema de ponto por aplicativo e web, custa de R$ 49,90 a R$ 349,90 por mês para equipes de até 100 usuários, conforme a faixa, e R$ 3,50 por usuário acima disso. Nos demais fornecedores, o preço varia conforme o modelo: o relógio de ponto (REP-C) soma equipamento, instalação, bobina, manutenção e software de tratamento, e o aplicativo (REP-P) é cobrado por assinatura. Em qualquer caso, a comparação justa é o custo total por funcionário por mês, que inclui o tempo do departamento pessoal no fechamento.
Para escolher um sistema de ponto, avalie seis grupos de critérios, nesta ordem: conformidade legal (é eliminatória), marcação, regras de jornada, tratamento e fechamento, gestão e condições comerciais. Depois, leve uma situação real da sua empresa para a demonstração e peça para ver o sistema resolvê-la na tela, incluindo a mudança de jornada da EC 141/2026 em 16/12/2026. Marque o que cada fornecedor atende, atende em parte ou não atende: no fim, você terá uma comparação por critérios, e não uma impressão de demonstração.
Uma planilha de Excel preenchida pelo departamento pessoal não vale como registro de ponto. A Portaria 671/2021 é clara: quem registra a jornada eletronicamente tem de usar um REP-C, um REP-A ou um REP-P (artigo 75), e a planilha não é nenhum deles. Sem sistema, o que a lei aceita é o registro mecânico ou o registro manual, em que o próprio empregado anota os horários reais e assina (artigo 93). A planilha serve para imprimir essa folha e para analisar números, e é isso que mostramos abaixo, com um modelo de folha de ponto manual.